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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Dissonância Cognitiva

Criada por Leon Festinger e Carl Smith em 1959, defende a ideia de que as pessoas são geralmente auto-motivadas no sentido de reduzir a incoerência de ideias mediante a alteração das suas percepções, ao mesmo tempo que criam outras cognições para cimentar o seu sistema de crenças – ou, em alternativa, reduzindo a importância que se dá aos elementos ideológicos dissonantes e incoerentes que podem perturbar o seu sistema de crenças.

Quando as pessoas pretendem que as suas expectativas se tornem reais, exigem que a realidade se adeqúe àquilo que elas pensam que deveria ser, no sentido de encontrarem um senso de equilíbrio. Mas quando a realidade não se adequa àquilo que essas pessoas pensam que deveria ser, então elas entram em dissonância cognitiva e numa sensação de desconforto e de mal-estar. Para obviar a esta situação, essas pessoas tentarão sempre evitar situações ou fontes de informação que dêem azo a sentimentos de desconforto e, por isso, de dissonância cognitiva.



Nietzsche aprofunda o tema com a transvaloração: entende o processo pelo qual a dissonância cognitiva passa para a história, o modo pelo qual os valores vão mudando ao longo do tempo. Nos primeiros choques, a consciência rejeitaria as contradições de seus "princípios" assentados em convicções. Depois, o indivíduo começa a envergonhar-se de suas evidências, e por fim a admitir o que antes seria impossível.

Wtf? Lendo  "Decifrar Pessoas" de Jo-Ellan

Bibliografia:

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Guerras dos Diádocos

Quando Alexandre, o Grande morreu em 10 de junho de 323 A.C., deixou um enorme império que era composto de muitos territórios essencialmente independentes. O império tinha crescido da sua origem na Macedônia e das cidades-estado gregas até à Báctria e partes da Índia (territórios que atualmente fazem parte do Afeganistão, Paquistão e Índia). O império integrava ainda a Trácia, grande parte da Anatólia, o Levante, Egito, Babilônia e Pérsia.
Não havendo qualquer sucessor escolhido, quase imediatamente surgiu uma disputa entre os generais sobre qual deles deveria suceder à frente do império. Na história do Helenismo esse sucessores são chamados Diádocos e essas disputas (entre 322 e 275 A.C.) são as chamadas Guerras dos Diádocos.
Ninguém ganha inteiramente, portanto há uma divisão do império, pode-se destacar as: Dinastia da Macedônica (Grécia); Dinastia dos Ptolemeus (Egito); Dinastia Selêucidas (Oriente Médio: que logo, perdem metade do império para os Persas)). 

Wtf?




Bibliografia:

sábado, 29 de novembro de 2014

Deficit Spending (Keynes)

Por definição Keynesiana (Teorema do Orçamento Equilibrado ou Teorema de Havelmo), mesmo que um governo gaste exatamente o que arrecada, haverá um impacto positivo sobre a renda em magnitude igual ao valor do gasto público (multiplicador de orçamento equilibrado), que é igual a um. Por exemplo; se o governo arrecadou R$10,00 e os gastou para pagar a empreiteira de João, esse gastará os R$10,00 para pagar seus funcionários que, com o mesmo dinheiro, pagarão a escola de seus filhos, que por sua vez, comprará lanche para as crianças, etc (ou seja, o dinheiro tem "poder de compra" multiplicador. No caso do teorema, esse vale um).

Quando a balança comercial de um governo encontra-se deficitária, esse excesso de gastos precisa ser financiado com empréstimos, usualmente, através de governos estrangeiros. A elevação dos gastos governamentais pode ajudar a estimular a economia já que - por sua vez - eleva a "circulação de moeda": em uma recessão, por exemplo, gastos crescentes do governo podem estimular as atividades empreendedoras que por sua vez, cria um efeito multiplicador no qual cada R$1,00 de gastos eleva o PIB em mais de R$1,00. Contudo, essa elevação de financiamentos pode elevar também as taxas de juros. Esses, por sua vez, fazem com que os empréstimos se tornem mais caros e portanto, sufocam um crescimento.
Deficit Spending é um ponto controverso se dividindo em duas grandes e principais teorias: a de Keynes e a de Hayek.

WTF?  Lendo MAURO, Frédéric. História Econômica Mundial, 1790-1970. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.

Bibliografia:
LOPES, Luiz Martins; VASCONCELOS, Marco Antonio. Manual de Macroeconomia. São Paulo: Editora Atlas, 2000




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Barrington Moore

"Nesse momento, o império que vocês matêm é uma tirania; pode parecer errado agarrá-lo firmemente, mas será perigoso soltá-lo"



Foi um sociólogo político dos EUA famoso por sua obra "Social Origins of Dictatorship and Democracy: Lord and Peasant in the Making of the Modern World" de 1966. Nela ele compara a modernização da Grã-Bretanha, França, EUA, China, Japão, Rússia, Alemanha e Índia.

Ele estabelece três possíveis "rotas" para a transição de um país agrário pré-industrial em um país "moderno": a democracia liberal, o fascismo e o comunismo. Essas derivam-se do tempo em que a industrialização ocorreu e qual a estrutura social durante essa transição. Ele faz um estudo sobre as condições para o estabelecimento de um regime democrático, fascista ou comunista. Destaca-se em sua conclusão que os regimes democráticos se formariam precedidos por um processo violento e revolucionário.



WTF? Estados e Moerdas no Desenvolvimento das Nações de Fiori e Braga.

Bibliografia:

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Thermidor

Ou Termidor era o décimo-primeiro mês do Calendário Revolucionário Francês, que esteve em vigor na França de 1792 a 1805. Correspondia ao período compreendido entre 19 de julho e 17 de agosto do calendário gregoriano. O nome se deve ao "calor solar e terrestre que incendeia o ar de julho a agosto". 

A Reação Termidoriana, refere-se a 9 de Termidor (27 de Julho de 1794), data em que o "Reino de Terror" teria acabado com Robespierre e seu partido sendo derrubados e guilhotinados pela Convenção. O governo que se segue é mais conservador e buscou a estabilização do país. Consequentemente, o termo veio a ser utilizado por historiadores para se referir a fase durante uma revolução em que o "pêndulo político" passa para as mão de outrem que não as lideranças revolucionárias originárias e parece se inclinar para um estado pré-revolucionário.

WTF?  Lendo a História Econômica da América Latina de Cardoso e Brignoli.



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Khushal Khan Khattak

Poeta, guerreiro e líder Pashtun. Guiou uma união dos  Pashtuns, encorajando uma revolta contra o Império Mongol, promovendo o nacionalismo através da poesia. É o primeiro a apresentar uma teoria de unificação Afegã dentro de uma cultura anarquista, sendo o poeta nacional do Afeganistão e pai da literatura Pashto. Passou a vida lutando contra o império Mongol e, em busca de restaurar a região enfrentou o imperador Aurangzeb, ganhou em vários eventos, sendo um renomado guerreiro. Além de importante figura histórica, suas opiniões e ideias guiaram um novo desenvolvimento intelectual e ideológico,

Of the Pathans that are famed in the land of Roh,
Now-a-days are the Mohmunds, the Bangash, and the Warrakzais, and the Afridis.
The dogs of the Muhmunds are better than the Bangash,
Though the Mohmunds themselves are a thousand times worse than the dogs.
The Warrakzais are the scavengers of the Afridis,
Though the Afridis, one and all, are but scanvengers themselves.
This is the truth of the best of the dwellers in the land of Pathans,
Of those worse than these who would say that they were men?
No good qualities are there in the Pathans than are now living:
All that were of any worth are imprisoned in the grave.
This indeed is apparent to all who know them.
He of whom the Moghuls say, "He is loyal to us",
God forbid the shame of such should be concealed!
Let the Pathans drive all thought of honour from their hearts:
For these are ensnared by the baits the Moghuls have put for them.


Pachtuns

A proeza marcial pachtun já era famosa no tempo de Alexandre, o Grande, e os pachtuns foram um dos poucos povos que conseguira conter o imperialismo britânico no século XIX, derrotando por duas vezes as forças expedicionárias enviadas da Índia. Sua participação foi essencial para combater a invasão do Afeganistão pela URSS, entre 1979 e 1989. Mais recentemente, formavam o principal grupo étnico dos talibãns, havendo atuado na ascensão e queda daquele movimento. Derrubado o regime talibã em finais de 2001, os pachtuns modernos têm se envolvido na reconstrução do Afeganistão e o presidente Hamid Karzai é um dos seus. Mas no Sul do Afeganistão, os talibãns têm reconquistado influência junto das tribos pachtuns. Estima-se a população total de pachtuns em mais de 40 milhões de pessoas.

WTF?
Lendo Eu sou Malala da Malala

Bibliografia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Khushal_Khan_Khattak

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Irish Republican Army (IRA)


No século XII começou a conquista inglesa do território irlandês pelo rei Henrique II com o objetivo de aumentar seu poder, uma vez que, a nobreza irlandesa tornava-se vassala do rei e conseqüentemente passava a lhe dever benefícios. Esse domínio contudo, retraiu-se nos séculos XIV e XV, período de crise decorrente da Guerra dos Cem Anos (1337 - 1453); e da Guerra das Duas Rosas (1455 - 85). Com a Dinastia Tudor, o poder centralizou-se, uma característica a se destacar foi a intolerância religiosa. A manutenção do catolicismo por parte dos irlandeses tornou-se uma forma de contestar o domínio inglês. A situação de exploração e miséria, e de imposições político-religiosas determinou o início de uma grande rebelião em 1641, violentamente reprimida pelas tropas de Oliver Cromwell, quando então, a maior parte das terras passaram para a mão dos ingleses. Após a derrota os irlandeses voltaram a viver um período de miséria e de perseguições, responsável pelo desenvolvimento de um maior sentimento nacionalista e católico, uma vez que a repressão inglesa passou a estar associada à religião "protestante".  Em 1829, um movimento nacionalista e popular conquistou alguns direitos políticos e civis para os católicos, que poderiam ocupar a maior parte dos cargos públicos, apesar da manutenção do voto censitário. Entre 1847-48 o país foi assolado pela fome e por uma epidemia de tifo, responsáveis pela morte de aproximadamente 800.000 pessoas.
Em 1905 foi fundado o Sinn Féin (nós sozinhos) importante movimento nacionalista que se propunha a lutar pela soberania da Irlanda de forma legal e que, com grande apoio popular, elegeu em 1918 a maioria dos deputados irlandeses ao Parlamento Britânico. Ele proclamou unilateralmente a independência da Irlanda, provocando a reação inglesa e de grupos protestantes. Depois de dois anos de conflitos, em 6 de dezembro de 1921, foi assinado um tratado pelo qual a Irlanda ( com exceção do Ulster) tornou-se um Estado independente, porém considerado ainda como domínio da coroa inglesa. A independência completa foi obtida a partir da Constituição de 1937, quando a Irlanda passou a denominar-se EIRE, desvinculando-se completamente da monarquia britânica; porém essa situação somente foi reconhecida pela Inglaterra em 1949, que concedeu autonomia ao Ulster, que passou a denominar-se Irlanda do Norte.
Em 1968, tropas britânicas intervieram isolando os bairros católicos com arame farpado, os irlandeses chamam tal evento de "The Troubles" (os problemas). Após a divisão do território, católicos republicanos "exilados" no norte reivindicaram o legado do antigo IRA, tendo como principal bandeira a independência da Irlanda do Norte. Após o Bloody Sunday, no dia 21 de julho de 1972, o IRA lançou uma dura ofensiva explodindo 22 bombas em Belfast, matando 9 e deixando 130 feridos (Bloody Friday).Em resposta, o governo norte-irlandês adotou medidas drásticas em relação à população católica, invadindo seus bairros em busca dos paramilitares, promovendo prisões arbitrárias, muitas vezes seguidas de interrogatórios com emprego de tortura.
As negociações de paz iniciadas em 1990 fizeram com que o IRA anunciasse a deposição de armas em 1998. Contudo, a resistência de alguns integrantes dificultou essa desistência que só aconteceu em 2005. Desde então, os ex-combatentes do IRA tem atuado junto ao partido Sinn Féin ("Nós Mesmos")

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Gustav Stresemann

"History uses a unit of measure for time that is different from that of the lifespan of the individual, whereas man is only too ready to measure the evolution of history by his own yardstick."




Eleito como liberal-nacionalista em 1907 ao Reichstag (parlamento), se interessou primeiramente em economia política e tornou-se um conhecido escritor de economia e expert em casos municipais . Defendeu energeticamente os interesses da classe média e, como muitos alemães enfrentou com entusiasmo o inicio da 1ª Guerra Mundial por acreditar que era apenas defensiva.
Antes de Streseman a Alemanha tentara uma política de resistência as medidas pós-guerra. Diferentemente dos nacionalistas contudo, ele via que apesar do Tratado de Versalhes, era preciso ajuda britânica e francesa para que o país se livrasse das medidas mais onerosas e conseguisse se reconstruir.

Wtf?  Título do Capítulo 11 do livro Diplomacia de Henry Kissinger


Bibliografia:
http://www.britannica.com/EBchecked/topic/568867/Gustav-Stresemann/6934/Policies-during-World-War-I
http://www.brainyquote.com/

terça-feira, 24 de junho de 2014

Cáucaso


É uma região da Europa oriental e da Ásia ocidental, entre o mar Negro e o mar Cáspio. Marca uma das fronteiras entre a Europa e a Ásia, fazendo com que alguns de seus países sejam considerados transcontinentais. As montanhas do Cáucaso formam uma cadeia relativamente jovem e instável, com terremotos freqüentes. O Monte Elbrus, com 5633 m, no lado da Rússia, é o mais alto da Europa e o quinto maior do mundo.
Ponto de contato entre as civilizações bizantina e árabe durante a Idade Média, o Cáucaso caiu sob administração dos turcos no século XI, e, no século XIII, sofreu as invasões mongóis. Após a tomada de Constantinopla em 1453, a região ficou isolada do mundo cristão e passou ao controle otomano. A penetração russa no Cáucaso começou na mesma época, mas tornou-se efetiva somente no final do século XVIII, a dura resistência das tribos dali teve fim somente em 1859.  Os territórios caucasianos, onde haviam sido criadas em 1917 repúblicas socialistas, foi palco de uma vasta ofensiva alemã, cujo objetivo era o controle dos campos petrolíferos de Baku. Do fim da Segunda Guerra Mundial ao desmantelamento da URSS os países do Cáucaso seguiram a história dessa.
Existem hoje ali, várias regiões com grupos separatistas como o Daguestão (A maior república do Cáucaso russo de maioria muçulmana, foi cenário de incursões de rebeldes chechenos que causaram centenas de mortos. Moscou respondeu com uma vasta ofensiva militar); a Chechênia (proclamou sua independência um pouco antes da queda da URSS,  em 1994 a Rússia empreendeu uma operação militar ali , o acordo de Jasiaviurt congelou o problema do status dela); a Inguchétia (uma das repúblicas mais pobres da Rússia que, ligados ao chechenos, foram deportados em 1944 por Stalin "por colaboracionismo" com a Alemanha nazista. Permaneceu à margem do conflito checheno); a Ossétia do Norte; a Ossétia do Sul ( em 1992, se pronunciaram em referendo por sua independência da Rússia e união à Ossétia do Norte); a Abkházia (também em 1992 proclamou independência, um ano de guerra entre separatistas e forças georgianas, que acabou na vitória dos abkházio. A manutenção da paz na zona está a cargo de soldados russos; e Nagorno Karabakh ( foi cenário de um conflito sangrento no início dos anos 1990 quando a União Soviética se desintegrou.O encrave permanece desde o cessar-fogo de 1994 sob controle dos armênios.).



Wtf? Lendo O prisioneiro do Cáucaso do Tolstói.

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1ucaso

sexta-feira, 20 de junho de 2014

As Forças Armadas e a Costa Rica

CF Art. 142. "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem".


Na grande maioria dos países, as forças armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, geralmente sob a autoridade direta do ministro da Defesa ou equivalente e sob autoridade suprema do Chefe de Estado ou de Governo, dependendo do regime político. Destinam-se essencialmente à defesa militar do país, podendo também - se a lei nacional o permitir - colaborar na garantia dos poderes constitucionais e na defesa da lei e da ordem interna. A grande maioria dos países do mundo dispõe de forças armadas com exceção de Andorra, Costa Rica, Haiti, Islândia, Kiribati, Liechtenstein, Mônaco, Nauru, Palau, Panamá, São Marino e Vaticano.

Em 1948, na sequência da anulação da eleição pelo Congresso, os defensores do candidato da oposição Otilio Ulate Branca lançam uma ofensiva armada por considerarem-se os verdadeiros vencedores da eleição. O confronto civil, irrompe entre partidários Ulate, liderados por José Figueres, e o grupo que apoia o ex-presidente Rafael Angel Calderón Guardia. O confronto se estende por algumas semanas, entre março e abril. Partidários de Otilio Ulate expirar e José Figueres Ferrer assumem o controle do que é conhecido como "O Conselho de Administração da Segunda República Foundation", e permanecem no poder há 18 meses. No final deste período, há a entrega de potência Otilio Ulate, considerado o vencedor das eleições anuladas em 1948. Durante o governo da Junta, escreve-se uma nova Constituição, que cria uma autoridade eleitoral independente (Tribunal Superior Eleitoral), responsável por garantir a transparência nas eleições futuras. Além de declarar a abolição do exército, um dos fatos que marcaram a idiossincrasia dos costarriquenhos.

Desde então, a Costa Rica não tem exército, apostas e os instrumentos que o direito internacional oferece para resolver as diferenças entre os países. A abolição do exército permitiu, nos setores de finanças particulares como educação, saúde e acesso à água potável e eletricidade. Desde 1949, as eleições ocorrem regularmente a cada quatro anos, a alternância política é parte dos valores e princípios políticos de Costa Rica. Em 1983, o presidente Luis Alberto Monge declarou neutralidade perpétua da Costa Rica em conflitos armados. Em 1987, depois de sua participação decisiva no processo de paz na América Central, o presidente Oscar Arias Sanchez ganhou o Prêmio Nobel da Paz.

Sony e a Costa Rica

A responsabilidade de comandar o país internamente ficou com a guarda nacional. Um novo corpo policial que passou a estar equipado, armado e com funções estritamente internas e conformou-se em "cumprir os objetivos e ter um efeito dissuatório no caso de novas violações ao território por parte da Nicarágua", como declarou o ministro de Segurança, José María Tijerino.





quinta-feira, 27 de março de 2014

Risk Management

As agências de classificação de risco trabalham com a concessão de classificações a empresas, governos ou qualquer entidade que emita títulos para serem negociados no mercado.Eles representam uma avaliação sobre a capacidade do emissor desses títulos de honrar seus compromissos com os investidores.
Para classificar os títulos, as agências podem, por exemplo, observar o cenário macroeconômico, perspectivas de investimento, política e relações do governo com o Congresso. A Standard & Poor's Ratings Services diz existirem dois principais modelos de analises:

Model driven ratings: Foca-se quase que exclusivamente em dados quantitativos incorporados em um modelo matemático.
Analyst driven ratings: Atribui e analisa, normalmente com a ajuda de especialistas para fornecer a classificação de risco. Inclui informações públicas, entrevistas e discussões com as direções dos avaliados (é quantitativa e qualitativa).




Apenas em 2008 o país atingira BBB - pela primeira vez, e elevou-se para BBB em 2011.A justificativa para o rebaixamento pela Standard & Poor's Ratings Services inclui um "derrapamento" do orçamento(a prospecção fiscal será fraca devido ao baixo crescimento previsto - decadência do PIB), uma habilidade constrangedora de ajustar a política para eleições próximas (grandes desafios, especialmente quanto a política de energia juntamente a uma falta de transparência fiscal e excesso de atividades extraorçamentárias) e um enfraquecimento de algumas contas brasileiras internacionais.