Por definição Keynesiana (Teorema do Orçamento Equilibrado ou Teorema de Havelmo), mesmo que um governo gaste exatamente o que arrecada, haverá um impacto positivo sobre a renda em magnitude igual ao valor do gasto público (multiplicador de orçamento equilibrado), que é igual a um. Por exemplo; se o governo arrecadou R$10,00 e os gastou para pagar a empreiteira de João, esse gastará os R$10,00 para pagar seus funcionários que, com o mesmo dinheiro, pagarão a escola de seus filhos, que por sua vez, comprará lanche para as crianças, etc (ou seja, o dinheiro tem "poder de compra" multiplicador. No caso do teorema, esse vale um).
Quando a balança comercial de um governo encontra-se deficitária, esse excesso de gastos precisa ser financiado com empréstimos, usualmente, através de governos estrangeiros. A elevação dos gastos governamentais pode ajudar a estimular a economia já que - por sua vez - eleva a "circulação de moeda": em uma recessão, por exemplo, gastos crescentes do governo podem estimular as atividades empreendedoras que por sua vez, cria um efeito multiplicador no qual cada R$1,00 de gastos eleva o PIB em mais de R$1,00. Contudo, essa elevação de financiamentos pode elevar também as taxas de juros. Esses, por sua vez, fazem com que os empréstimos se tornem mais caros e portanto, sufocam um crescimento.
Deficit Spending é um ponto controverso se dividindo em duas grandes e principais teorias: a de Keynes e a de Hayek.
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WTF? Lendo MAURO, Frédéric. História Econômica Mundial, 1790-1970. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
Bibliografia:
LOPES, Luiz Martins; VASCONCELOS, Marco Antonio. Manual de Macroeconomia. São Paulo: Editora Atlas, 2000